Necmettin Şahiner

Vejam como Bediüzzaman defendeu a posição do Gabinete da Guerra sobre as questões acima mencionadas nas “Duas Cartas sobre o Documento da Calamidade ou o Gabinete da Guerra e da Tradição”:

Ouvi, a sociedade de nome União de Muhammad (s.a.w) foi fundada. Fiquei com muito medo de que; sob este abençoado nome alguém aparecesse fazendo algo errado. Depois ouvi que, sob este abençoado nome, algumas pessoas abençoadas – pessoas como Süheyl Paxá e Şeyh Sâdik – mais simples e que apenas carregavam consigo sua devoção e a obediência ao caminho do Profeta (s.a.w). E cortaram relações com aquele grupo político. Não se envolverão com política. Mas, temi mais uma vez e disse: esse nome é direito de todos, não é aceitável que seja reservado e limitado. Posso ser membro de vários grupos religiosos, no entanto, vi o propósito deles e, da mesma me afiliei ao nome abençoado. Mas, assim como descrevi e me incluí, a defição da União de Muhammad é essa:

De leste a oeste, de sul a norte, uma cadeia hereditária que se estende e está conectada a uma admistração. Ligado a comunidade islâmica desde o dia em que Deus criou as almas. O livro dos nomes e também o livro de todo o destino. Essa união divulga ideias e livros islâmicos em geral. Jornais diários e o desejo real de trabalhar em nome de Deus pela imprensa religiosa em geral. Grupos e comunidades, mesquitas e mussalas, madrassas e locais para a recordação de Deus. O centro e também a Mesquita do Profeta. Um líder de comunidade assim, Profeta dos Profetas. E seu trabalho, todos com as próprias forças numa guerra santa; isto é, educar com a moral e educação do Profeta (s.a.w) e revitalizar o amor das pessoas e – se não causar nenhum mal – aconselhar. O conjunto de decretos, de práticas proféticas e de leis dessa união, o proibido e o permitido. E em suas espadas, provas decisivas. No entanto convencer as civilizações é com persuasão e não a força. Buscar a verdade, só com o amor. A Inimizade e a selvageria são seus maiores inimigos. Objetivo e propósito também são como a ação em nome de Deus. A sharia trata noventa e nove por cento moral, devoção, a vida futura e virtudes. Um por cento tem a ver com política, e que os administradores pensam nela.

Agora o nosso objetivo, é que aquela cadeia hereditária traga para todos um desejo de consciência e o caminho verdadeiro siga para o centro das perfeições. E a ação em nome de Deus nestes tempos é também um grande motivo para o progresso material.

Pois bem, eu também estou em torno dessa aliança e essa aliança mostra-se em seu início. Ou eu não faço parte dos motivos da separação dos partidos.

Este grupo não teve nenhuma relação com as eleições, acima da política um dos grupos que fazia pressão ignorou o seu papel; especialmente o Partido da União e Progresso que se apôs.

Na opinião de uma parte dos membros do, a sociedade otomana estava em estado de decadência. Apesar do movimento da monarquia constitucional da grande comunidade islâmica ela estava colapsando. O motivo desse colapso e do não desenvolvimento era a oligarquia do do partido União e Progresso. Segundo eles, nenhum membro do parlamento de nenhum partido político deveria estar acima no poder. Segundo a opinião e diagnóstico deles, a monarquia constitucional despersonalizaria os membros do parlamento. Algumas pessoas queriam moralizar segundo os valores europeus e não pensavam em proteger a religião.

Este partido desejava que as classes dos intelectuais e militar se movimentassem juntas.

Apenas uma semana antes do Evento de 31 de Março este partido fez declaranções públicas se dizendo contrário a participar de um Evento como o de 31 de Março.

Segundo a constituição da Sociedade “Vários princípios islâmicos tentam melhorar moralmente, avançar socialmente; estes são a única causa do Islam até o Dia do Juízo Final, além do objetivo de se esforçar continuamente para alcançar êxito; toda a atividade política e social dos muçulmanos visa defender os métodos de orientação, enriquecer e unir o mundo islâmico e defender-se dos ataques contra ele.”

Na declaração da Sociedade: “A Sociedade ao não se incluir jamais no nosso islamismo, não o prejudida, e se qualquer outra Sociedade quiser ser incluída, nenhum indivíduo merece guardar nossa Sociedade.

No estágio civilizatório em que nos encontramos nenhum indivíduo é prisioneiro de outro. Dessa servidão a grande nação islâmica se livrou, ou seja, todo o pensamento islâmico politico e social está acordando, a administração das nações que se encontram no poder estam aderindo ao movimento e trabalho pelo progresso.”